Empatia...e quando a dor é nossa?
Oi pessoal! Nosso texto semanal está chegando e o tema de
hoje é a Empatia!!!
Tem um videozinho que fala sobre empatia que eu gosto muito.
Nele a autora coloca a diferença entre empatia e simpatia. Ela cita casos e
exemplos em que somos “simpáticos” e não “empatas”, como quando alguém está
passando por uma dor e o “simpático” tenta fazer a pessoa olhar coisas positivas,
tirar o foco da situação.
Por outro lado a empatia seria uma conexão. Empatia é quando
achamos algo em nós que ressona com o que a outra pessoa sente, assim, ela sabe
que entendemos o que está se passando e apenas isso já traz um certo “reconforto”.
E, a partir daí, tomamos as ações cabíveis à situação.
Dizem que a empatia é uma das primeiras coisas que temos que
desenvolver para chegar ao Amor verdadeiro (aqueeeeele amor incondicional
divino) e o que eu venho falar nesse texto é um pouco da dificuldade de
aumentar a empatia. Primeiramente, temos que sair do papel do simpático, do
positivo para todas as situações. Se a positividade e a simpatia forem
necessárias realmente, elas virão através da empatia. Porém muitas vezes, elas
não são. Algumas vezes o afastamento é o necessário, ou somente a presença, ou
somente um abraço. Algumas vezes a distração e outras, uma conversa sincera e,
até mesmo, dolorosa.
E aí, quando estamos bem exercitados nesse nível de empatia,
quando o outro sofre em nossa presença, vem a vida e mostra que isso é só a
pontinha do iceberg. A empatia é algo que temos que desenvolver a todo momento
nas nossas convivências. Ter empatia também quando o outro se alegra, ou quando
o outro está bravo e até quando nos sentimos machucados pelo outro.
O mecanismo é o mesmo, sentir algo em nós que equivale ou
traduz o que o outro está sentindo, mas para isso, começam a ser necessários
outros atributos, como a humildade, o bom senso, a saída da vitimização e a
compaixão. Ser empata quando a dor é do outro já não é fácil, ser empata quando
a dor é nossa...isso sim é o verdadeiro desafio, pois nos mostra que temos que
nos curar para atingir graus mais elevados de empatia.
Um exemplo de empatia na dor? Jesus em sua morte, quando
entende verdadeiramente tudo que está se passando, os sentimentos daqueles que
estão lhe causando tanta dor e faz tudo que está ao seu alcance para ajudar àquelas
pessoas, rogando ao Pai que lhes perdoe, pois eles não sabem o que fazem. Ele
conseguiu acessar os sentimentos e as limitações daquelas pessoas e tomou a
ação cabível. Não adiantaria ele recriminá-los, brigar, tentar explicar...nada
disso adiantaria. O único possível ele fez, com a compaixão necessária, orou.
Bora se trabalhar para chegar lá? Pode levar umas
encarnações, mas em algum momento chegamos!!!
Ficou com dúvidas ou quer saber mais? Pode postar aqui no
blog, ou entrar em contato pelos seguintes meios:
Gratidão por ler até aqui.
Tatiana Rocha - Guiando pelo caminho interior

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