Ansiedade, dicas simples para nos ajudar
Oi pessoal! Hoje vamos falar de um assunto que afeta praticamente todos os seres humanos desse planeta, dessa galáxia e desse universo: ANSIEDADE.
Como o tema é muito extenso, daria para eu escrever um belo
livro, esse texto vai tratar sobre minhas últimas descobertas sobre a ansiedade
e o que tem funcionado para mim. Então, nessa partilha, pode ser que você se
identifique com algo que te ajude também!
O que é a ansiedade?
Numa definição formal, segundo o dicionário Michaelis,
ansiedade é:
1- Sofrimento físico e psíquico; aflição, agonia, angústia,
ânsia, nervosismo.
2- Estado emocional frente a um futuro incerto e perigoso no
qual um indivíduo se sente impotente e indefeso.
3- Desejo ardente ou veemente; anelo.
4- Sentimento e sensação de intranquilidade, medo ou receio.
Agora numa definição informal, para mim, ansiedade é um
estado em que se teme que algo aconteça ou não. Esse estado pode se basear
somente numa suposição de futuro, ou também numa suposição de futuro baseada em
uma experiência passada. Assim, o apego ao passado também pode causar
ansiedade!
Tenho percebido que, basicamente, o que causa a ansiedade é
QUALQUER atitude que nos tira do presente. Cada suposição, cada desejo para o
dia de amanhã, cada “e se” para o que já passou. Mesmo que pareça algo muito
inofensivo, como sonhar com um mundo melhor, por exemplo, isso alimenta a
ansiedade, porque podem aumentar a sensação de perigo de que até aquela coisa boa não se concretize.
Agora uma pergunta:
“De todas as suposições que você já fez e que alimentaram a
ansiedade em você, quantas realmente se concretizaram?”
Outra pergunta:
“Dessas que se concretizaram e foram desagradáveis, quantas você não conseguiu
resolver de maneira alguma?”
Provavelmente poucas, ou nenhuma.
E o que ocorre na maioria das vezes é que, se soubéssemos antes
o fim que levaria cada situação que nos torna ansiosos, não ficaríamos
primeiramente.
Então já temos uma pequena conclusão aqui. A confiança em
que tudo vai passar, de que nada, por pior que seja, é permanente, ajuda na
ansiedade. Mas, e enquanto não conquistamos essa confiança?
Focamos no presente, focamos no que é real, no que é
possível. Também não é fácil, mas com a prática conseguimos!
Então como nos colocamos no presente? Existem muitos métodos
para isso e provavelmente é necessário usarmos muitos deles. Uma possibilidade
é o simples fato de prestarmos atenção nos nossos pensamentos e, ao nos pegarmos
pensando em cenários de futurou ou de passado, paramos, respiramos e pensamos
em algo útil para nossa vida no dia corrente.
Outra boa ferramenta, que tem dado resultado para mim, é me
ater ao dia corrente e no máximo ao dia seguinte. Claro que podemos planejar
nossas semanas, marcar nossos compromissos, mas vamos buscando gastar a maior
parte da nossa energia mental com nosso presente, assim, pensamos hoje e
amanhã, hoje e amanhã. De forma objetiva, clara e trabalhando com as possibilidades
reais e prováveis.
Mas e se eu não consigo? E se eu continuo muito ansiosa(o) e
imaginando milhões de possibilidades que me assustam? Uma ferramenta muito boa
para se usar nessas “emergências” é imaginar o pior cenário possível para a
situação. O pior mesmo, aquele que tira até o fôlego. E depois, analisar qual
é o real impacto daquele cenário na sua vida e as soluções para ele. Na grande
maioria das vezes, percebemos que não é o fim do mundo, que não é tão ruim
assim. E se podemos sobreviver ao pior cenário, podemos sobreviver a todos!
Isso faz que a ansiedade diminua.
Praticando essas dicas iniciais, já iremos ver muitos bons resultados!
Mais adiante, eu retomarei o assunto com mais dicas e maior aprofundamento, fique ligado =)
Gratidão por ler até aqui.
Tatiana Rocha.

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